terça-feira, 28 de julho de 2009

Droga.


Ah, como é doce o gosto da... derrota.

Me chamem de louca, mas não estou achando o fim do mundo. O ar entrou normalmente, nenhuma gota de lágrima escorreu do meu rosto, o meu peito tá tão pesado quanto o normal, nem mais, e talvez até menos.
Normalmente, eu estaria no meu quarto escuro, me forçando a entrar na inconsciência dos meus inexistentes sonhos. Eu dormiria o dia inteiro, me torturaria e desdenharia por inteiro também. Não sei falhar, essa é a verdade. Eu não sei falhar. E me cobro muito. Tudo isso deveria resultar num castigo pessoal que beiraria o masoquismo. E muitas lágrimas e xingamentos a mim mesma. Mas o fato estranho é que eu não estou me torturando. Estou triste, lógico, não sei falhar. Mas não é uma tristeza desesperadora. Isso quer dizer que estou começando a levar as coisas simples menos a sério. Isso é incrivelmente bom!
Do que vai me adiantar choramingar pelos cantos se eu tenho tanta coisa pra fazer hj? Choramingar só vai me traumatizar mais e piorar a próxima vez que eu tiver que fazer esse exame patético. É só respirar fundo, esperar esses 15 dias e passar. Não tem mistério.
Hj eu levei tudo tão a sério que tremia dos pés a cabeça, não escutava nada ao meu redor, fiquei sem raciocínio lógico, sem saber ao certo oq fazer qdo era pedido em cima da hora: síndrome do pânico.
É, pois é. Meu otimismo e bom humor e aparentíssima tranqüilidade foram por água abaixo.
Valeu, défict de atenção. Valeu, síndrome do pânico. Espero que vcs sumam na próxima prova, ok? Façam o favor.

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